Cigarro electrónico (Cigarro eletrônico, no Brasil)

TotallyWickedCigarroEletronico

Em um restaurante (durante sua viagem internacional, talvez), você se irrita com um cliente que ousa fumar ao lado. E entra em fúria porque os garçons permitem que ele fique em paz nas baforadas. Mas, como o cheiro do cigarro — estranhamente — não incomoda, você decide ficar em silêncio.

Até que outro cliente começa a fumar… Uma discussão começa no restaurante. Logo você descobre que está em jogo o cigarro electrónico (cigarro eletrônico, no português do Brasil).

Cigarro… electrónicoCigarro electrónico ou cigarro eletrônico, não importa: você ainda não entendeu nada, certo? Neste post, você conhecerá um pouco esse produto que tem atraído cada vez mais a atenção das pessoas no mundo todo — e, consequentemente, esquenta opiniões entre usuários e governos e vaporiza preocupação em cima da poderosa indústria do tabaco.

O cigarro electrónico/cigarro eletrônico (também chamado e-cig) existe já há alguns anos, mas esteve na sombra da ignorância. Sua glória surgiu principalmente depois que Johnny Depp usou um e-cig no filme O Turista (foto acima). Na cena, ele fuma dentro de um vagão de trem e encosta o cigarro na pele para mostrar que não há fogo. Foi o suficiente para milhões de pessoas desejarem saber algo mais sobre isso. O interesse multiplicou-se depois que artistas de Hollywood começaram a ser fotografados enquanto tragavam com e-cig. Usar o produto virou, de certa maneira, símbolo de pessoa “clean”, preocupada consigo mesma e com a natureza.

Leonardo DiCaprio

Alguns modelos de e-cigs assemelham-se a um cigarro comum. O usuário mete-o na boca, aspira, a ponta do cigarro fica vermelha, em “brasa”, e o ato termina com a “fumaça” que a pessoa solta. Claro, qualquer pessoa pode pensar que é um cigarro comum.

Os modelos considerados melhores são mais “robustos” e não imitam a aparência de um cigarro comum (a foto no início deste post é um exemplo). A bateria é mais potente, e a experiência do uso, mais intensa

Lindsay Lohan

De imediato, um detalhe que chama a atenção é o e-cig não usar fogo. Esqueça fósforos e isqueiros. Não há queima nenhuma no processo. Por isso, não há fumaça. E, sem fumaça, descartamos a agressão maior à saúde, o mau hálito, os fumantes passivos e os incómodos do cheiro que se agarra a tudo — mãos, roupas, boca, paredes. Com isso, o uso de cigarros electrónicos em ambientes fechados é muito tranquilo. Quer vaporizar dentro de casa? OK. Ninguém sofrerá incômodo nenhum. Não ficará cheiro no ambiente. Cheire o usuário logo em seguida — as mãos, inclusive — e você não perceberá nada.

Por essa razão, alguns pontos comerciais públicos, como bares e restaurantes, têm incentivado o uso de cigarros electrónicos. Nos Estados Unidos e na Espanha, principalmente, isso torna-se cada vez mais comum. Em Portugal e nos Estados Unidos, uma empresa quer fazer acordos para incentivar o uso dentro de casinos, onde, por hábito, fuma-se muito.

Este símbolo não vale para usuários de e-cig.

Algumas companhias aéreas chegaram a liberar o uso de e-cig durante voos. O que aconteceu? Lembre-se da fictícia confusão em um restaurante que narrei no início do texto. Houve discussões com comissários de bordo. Claro: pessoas que não conhecem e-cigs se assustam e protestam, com razão. Para evitar conflitos, as companhias aéreas desistiram da ideia.

Katherine Heigl, da série Gray’s Anatomy,
usa cigarro electrónico durante entrevista a David Letterman.

Agora ficou muito confuso, Glauco. Se não há fogo nem fumaça, mas você disse acima que o usuário solta fumaça pela boca e que a ponta do cigarro se acende em brasa, qual é o processo milagroso por trás disso? E que história é essa de “bateria”?

Eis a primeira dúvida de todo mundo.

O e-cig funciona por bateria recarregável. Isso mesmo. O usuário recarrega a bateria como faz com o telemóvel, com o notebook, etc. A bateria liga-se a um atomizador, que, por sua vez, conecta-se a um tipo de cartucho com o conteúdo especial do produto.

O processo simplesmente funciona quando a pessoa mete a peça na boca e aspira. É automático. No caso de e-cig com luz que se acende na ponta, para simular brasa de cigarro comum, é, na verdade, um LED.

Mas O QUE é aspirado? Como se produz fumaça?

Não há fumaça. Vê-se o que parece ser fumaça. O que a pessoa aspira e liberta é… vapor. Vapor com sabor. Por essa razão, usuários de e-cig não admitem o nome “fumador” (“fumante”, no Brasil); eles se identificam como “vaporizadores”. Eles não “fumam”; eles “vaporizam”.

E por que isso é vantajoso?

O cigarro comum é composto por mais de 4.000 substâncias prejudicais ao organismo. A fumaça é agressiva ao corpo e deixa os característicos odores em todos os centímetros ao redor. O e-cig segue um caminho muito diferente: vaporiza um líquido considerado inofensivo, segundo alguns estudos (contestados por outros). O líquido é impregnado de um sabor à escolha da pessoa. Geralmente, com um ingrediente extra: nicotina.

Agora pense: mais de 4.000 substâncias são descartadas e não há fumaça (sem combustão). Por mais que se prove que o e-cig não é tão inocente como dizem por aí, no mínimo nós podemos considerar que ele é milhares de vezes menos prejudicial que um cigarro comum.

Mas há nicotina no e-cig…

Sim. E, por incrível que pareça, nisso pode haver uma vantagem.

A nicotina é o único elemento do cigarro comum que faz parte do e-cig. Sim, ela pode ser prejudicial, mas, entre os produtos do cigarro comum, ela é “um peso menor” — nem mesmo é cancerígena, pelo que eu sei. Sua maior atuação como vilã no cigarro comum é agir como elemento viciante.

No e-cig, a presença de nicotina pode ser vantajosa porque uma pessoa terrivelmente viciada em cigarro — em nicotina — consegue usar apenas ou principalmente o e-cig sem sofrer consequências pelo abandono do cigarro comum. A pessoa sustenta o vício de maneira menos prejudicial. Além da nicotina, o que inala é vapor com sabor agradável. Para satisfazer todas as necessidades, há, geralmente, 3 níveis de nicotina: baixo, médio e alto.

A boa notícia é que encontramos facilmente líquidos sem nicotina. Isso mesmo! Fica apenas o prazer da vaporização — quase como “chupar” uma bala em forma de vapor. Quer usufruir essa invenção pelo simples prazer, sem necessidade de satisfazer vício nenhum? Escolha as opções sem nicotina.

Posso entender que isso é um meio de deixar de fumar cigarro comum?

Oficialmente, não. Fabricantes e profissionais da saúde ainda são — compreensivelmente — cautelosos quanto a isso. Se for admitida oficialmente a ideia do e-cig como um tipo de tratamento para abandonar cigarro, o produto será visto como medicamento, portanto sujeito a muitas restrições de mercado.

“Não oficialmente”, o e-cig tem se mostrado eficiente, em alguns casos, para abandonar o cigarro comum.

Quem tenta parar de fumar com o uso de adesivos de nicotina sofre com a falta do hábito de levar cigarro à boca, sentir a fumaça, o prazer. É uma dependência psicológica que geralmente derruba a força de vontade da pessoa na luta contra o vício. Com o e-cig, a pessoa pode manter o hábito, o prazer, sem consumir os milhares de substâncias tóxicas do cigarro comum. Terá à disposição a nicotina, portanto não sentirá, provavelmente, nenhum mal-estar.

Evidentemente, não é fácil uma pessoa abandonar rapidamente um vício de anos. O que mais vejo acontecer é o fumador usar normalmente o cigarro comum e um pouco do e-cig. Com o tempo, o uso do e-cig aumenta. A partir disso, são dois os caminhos: o usuário mantém-se em um processo inverso, a usar pouco o comum e o e-cig quase o tempo todo; ou usa apenas o e-cig. Vi fumadores de décadas que agora simplesmente não podem nem pensar em enfiar um cigarro comum na boca. Semana passada, conheci o caso de um britânico que, em apenas uma semana, já não pensava mais no cigarro comum.

Que líquido é usado? E os custos?

Os cartuchos usados nos cigarros electrónicos vêm com umas fibras embebidas em líquido com o sabor escolhido. Quando o vapor diminui, basta trocar o cartucho — que é barato e compra-se em grande quantidade.

Alguns usuários preferem comprar cartomizadores, que, em uma peça, unem atomizador — responsável pela produção de vapor — e cartucho, por isso o nome. O custo unitário sai um pouco mais caro, mas também compensa.

Populariza-se cada vez mais, no entanto, a compra directa de líquidos para preencher cartuchos (não cartomizadores). É o meio mais económico: um vidrinho de 10 ou 20 ML basta para preencher cartuchos várias vezes. Alguns cigarros electrónicos até são exclusivos para uso com líquido: seus cartuchos na verdade são pequenos “tanques” para o usuário preencher facilmente.

O fumador habituado à pobre variedade de sabores nos cigarros comuns fica encantado com os sabores disponíveis para cigarros electrónicos. Alguns deles: tabaco, menta, baunilha, morango, chocolate, café, capuccino, framboesa, maçã, uísque (!), creme, mix de frutas, limão, hortelã, floral, etc. A disponibilidade depende da marca do cigarro electrónico.

Os kits (bateria, recarregador, atomizador, cartucho…) não são caros. Aliás, quando pensamos nos benefícios à saúde, não são mesmo caros. Cá na Europa, vejo kits variarem muito entre 30€ e 90€. Os gastos logo se revertem em economias: as recargas (líquidos, cartuchos, cartomizadores) são baratas e de razoável durabilidade. Um fumador de um maço por dia, por exemplo, gasta um dinheirão com cigarro comum em um ano; com um cigarro electrónico, certamente gastará muito menos. Portanto, além dos benefícios ao organismo, haverá benefícios ao bolso…

Fale um pouco sobre as marcas…

Após o recente boom dos cigarros electrónicos, há dezenas, talvez centenas de marcas em todo o planeta. Ao escolher uma, o iniciante até fica perdido!

Vale deixar um importante alerta: cuidado com a marca a escolher. Uma decisão errada trará consequências cedo ou tarde. Analise o fabricante. Visite seu web site. Veja as informações que ele oferece.

Devido ao crescente sucesso do produto, surgiram muitas marcas oportunistas — empresas sem cuidados na fabricação e na distribuição do produto. Ora, consumir um cigarro electrónico desses pode até ser mais prejudicial que um cigarro comum! Por isso, tome muito cuidado!

Vejo pessoas iniciantes que têm à frente uma bem conceituada marca por, digamos, 60€, mas escolhem uma “marca branca chinesa” por 20€. A tal marca chinesa é obscura, sem informações, sem web site, sem contactos. Você tem coragem de enfiar isso na boca? Infelizmente, a própria China, que tem o mérito da criação do cigarro electrónico, agora ajuda a prejudicar esse negócio ao lotar o mercado com marcas suspeitas. Depois as pessoas compram, odeiam… e saem a dizer que cigarro electrónico “não presta”!

Muitas das melhores marcas do planeta estão nos Estados Unidos. Mas a Europa também está MUITO bem servida — e com produtos de excelência. O Brasil não possui empresa local e exige uma “compra por fora” (por motivos que você verá daqui a pouco), mas, graças a algumas empresas portuguesas e a uma espanhola, a situação por lá fica cada vez mais fácil.

A NJOY (www.njoy.com) é um dos principais nomes nos Estados Unidos. Seus produtos eram bem vendidos em Portugal, mas, infelizmente, o importador deixou-os de lado. A empresa continua fortíssima naquele país.

Outra famosa marca americana é a No. 7 (www.ecigarette7.com), disponível em algumas tabacarias e por vendas on-line. (É dela o líquido que você viu em uma foto acima.) A empresa responsável pela marca começou nesse mercado com vendas das principais marcas nos Estados Unidos; depois, segundo consta, estudou as vantagens e desvantagens de cada produto e fez um próprio.

A dinamarquesa Janty (www.jantyworld.com) é uma das marcas europeias de excelência. Assume liderança nos modelos com o citado “tanque” para preenchimento com líquidos. Sua posição cresce cada vez mais no mercado português, e, por caminhos alternativos, alcança o Brasil.

Algumas marcas chinesas “suspeitas”, commumente vistas em tabacarias, eu prefiro não comentar.

Espere! Já entendi a situação do Brasil. Mas e Portugal? Os portugueses estão sempre à procura de marcas importadas?

Mas você me interrompeu antes… ;-)

Empresas portuguesas se destacam — e muito bem — no cenário dos cigarros electrónicos.

A E-Cig (www.e-cig.com.pt), por exemplo, é marca popular em tabacarias portuguesas. Com isso, morde boas fatias do mercado. Seu web site é dinâmico e eficiente para compras. Há um atendimento cordial aos clientes. Comprar de marca popular dá mais tranquilidade à preocupação de achar reposições mais tarde, sem dificuldades, inclusive pessoalmente, em lojas.

A Smuky (www.smuky.pt) conquistou uma posição de referência (forte referência) em Portugal. Seus produtos são facilmente encontrados no país e por vendas através de seu óptimo web site. Um dos grandes diferenciais é a atenção muito especial aos clientes, com entregas rápidas e suporte extremamente atencioso. A estrela de seu catálogo é o KIT SMART PCC (foto abaixo), com uma peça que lembra maço de cigarro e serve, na verdade, para transportar baterias e cartuchos e para recarregar baterias mesmo quando a box não está ligada a corrente eléctrica (a box tem bateria própria, recarregável). É um meio muito prático e — por que não? — charmoso de usar cigarros electrónicos.

A E-Joy (www.ejoyvap.com) é mais recente e tem mostrado um bom serviço. A empresa distribuía a americana NJOY em Portugal, então partiu para marca própria. Também marca posição agressiva no mercado, por isso é encontrada com facilidade em tabacarias.

Na verdade, todos os produtos — independentemente do país da empresa — são fabricados na China (e o que não é fabricado na China?). O que muda é a empresa responsável por eles. Tome cuidado com esse detalhe.

Analise cuidadosamente sua opção. Faça testes… e não se entregue a uma total frustração se não gostar do cigarro electrónico escolhido. Isso é algo muito subjectivo, principalmente no que se refere a sabores das recargas. Talvez você goste de couve-flor ou de ovo; pois eu odeio. O mesmo vale para sabores nos cigarros electrónicos. Não gostou de uma marca? Normal. Vá para outra. Tente e tente, até adaptar-se a uma. Mesmo uma marca de alto conceito pode causar-lhe decepção no sabor e na quantidade de vapor. Você encontrará sabores mais fracos, mais agressivos, mais doces, etc.

Eu gostei dos vapores e dos sabores da NJOY, por exemplo. Mas é comum ver pessoas que detestaram e juraram nunca mais comprar dessa marca. Portanto, nesse aspecto, não se guie por opiniões alheias. (Atenção: nas primeiras tragadas, é normal o sabor ser meio ruim ou muito fraco. Isso melhora em poucos minutos.)

Também ficará a seu gosto o visual do cigarro electrónico. Percebo que a maioria das pessoas ainda prefere os modelos que lembram cigarro comum. Alguns têm formato de cigarro, mas, durante o uso, vê-se facilmente que não é. A Janty, por exemplo, faz modelos com led azul na ponta — ninguém pensará que é brasa. Essa marca também oferece modelos mais “gordos” e sem led, com maior autonomia de bateria e maior quantidade de líquido. Mulheres que pensam em algo mais diferente ou sofisticado também encontram boas opções. Há cigarros electrónicos rosa, dourados, com desenhos, etc. Entre homens, popularizam-se os modelos pretos.

O que brasileiros fazem para comprar cigarro electrónico? Por que você deu a entender que há dificuldades?

Não poderia ser diferente. No Brasil, tudo o que é novo e moderno demora mais a chegar, enfrenta terríveis problemas de importação ou produção… e chega muitíssimo mais caro que em qualquer outro país do planeta. Lá, não há empresa local responsável por fabricação de cigarros electrónicos, nem mesmo uma legalização do produto (você verá isso a seguir). Interessados apoiam-se muito em web sites do tipo leilão e oferta, o que acho um grande erro. Os mais inteligentes procuram empresas de credibilidade para comprar do exterior. Surgem, como ótimas opções, a E-Cig, a Smuky (com versão brasileira de seu web site) e a excelente (enorme atenção aos clientes) loja espanhola Store Steam (que também vende muito a portugueses).

Afinal, qual o problema com os cigarros electrónicos? Por que a citada polémica? E por que a falta de legalização no Brasil?

Algumas polêmicas relacionadas com o cigarro electrónico surgem simplesmente porque trata-se de uma novidade. Natural, isso. Pesquisadores da saúde querem investigar mais a ideia.

Há, principalmente, a razão político-financeira. Está em jogo um negócio de bilhões de dólares em todo o planeta. Pense: quem mais perde com a popularização dos cigarros electrónicos? A indústria do tabaco… cujos directores estão de cabelos em pé.

Quando uma grande novidade tecnológica traz perdas a qualquer grande negócio, essa reacção é esperada. Lembre-se da popularização das fotografias digitais. Empresas da área desesperaram-se com as acentuadas quedas de receitas com vendas de filmes e revelações de negativos. Hoje, vivemos uma revolução dessas com os livros digitais. Editoras estão transtornadas com essa maravilhosa revolução; em alguns países, principalmente o Brasil, fazem o possível para boicotar essa ideia entre leitores. Os livros digitais darão grande autonomia a autores e a leitores — tudo o que editoras não querem.

A indústria do tabaco já calcula as perdas. Coincidência ou não, órgãos ligados a governos não hesitam em segurar a ascensão dos cigarros electrónicos, às vezes com atitudes no mínimo suspeitas. Em alguns países, os cigarros electrónicos estão proibidos apenas em alguns Estados (nos Estados Unidos e na Austrália, por exemplo). No Brasil, eles foram completamente banidos. (Fica ainda mais fácil “manipular” autoridades em países de acentuada corrupção. O Brasil é um dos países mais corruptos do planeta, talvez o mais corrupto. Isso nos faz pensar…) O que há por trás disso… além de uma real preocupação de certas autoridades e pesquisadores?

Assim, brasileiros não podem ir a uma tabacaria, por exemplo, para comprar um cigarro electrónico — ops, um cigarro eletrônico. Devem apelar apenas para a internet, por meio de compra do exterior. Enquanto isso, em países desenvolvidos o cigarro eletrônico é vendido até em farmácias. Isso mesmo! Cá em Portugal é assim. Pesquisei muito para escrever este post. Fui a várias farmácias portuguesas e encontrei cigarros electrónicos à venda. Você acha que um produto tão “prejudicial” seria vendido em farmácias?

Essa onda contra os cigarros electrónicos não tem lógica. Vamos pensar em dois pontos essenciais:

  1. Mesmo quem suspeita das vantagens do cigarro electrónico deve admitir que ele é muitíssimo mais vantajoso em relação ao cigarro comum. Por que proibir?
  2. Se autoridades aceitam banir o cigarro electrónico, por que não banir também o cigarro comum? (???)

Percebe como a situação é suspeita?

Multiplicam-se aos milhares os casos positivos relacionados com os cigarros electrónicos. Fumadores antigos dizem ter mudado de vida ao conquistarem grandes avanços na respiração, na circulação sanguínea, na boca, na pele. Pessoas podem fumar (ops, vaporizar) até dentro de casa e no trabalho sem causarem incómodo a ninguém.

Veja o caso de Jorge de O., de Lisboa, em entrevista a este blog TOTH :: Viagem & História. Ele tem 35 anos e fumava desde os 15. Sentia os efeitos habituais do cigarro comum: “falta de fôlego, catarro do fumador, perda de sabor e olfacto”, ele disse. “Tentei parar de fumar três vezes, uma delas sem qualquer substituto, outra com pastilhas de nicotina e a última com cigarros electrónicos.” Em Fevereiro de 2011, conheceu o cigarro electrónico em um shopping; em casa, pesquisou a novidade na internet e decidiu experimentar. “Agora, sinto maior disponibilidade para esforços físicos, a redescoberta do meu olfacto e do meu paladar e uma melhoria económica na minha vida, pois fumava aproximadamente um maço por dia, o que representava um custo de quase 120 euros.” Deu muito mais certo do que ele esperava: “Uso apenas o cigarro electrónico desde Fevereiro de 2011. Nunca mais toquei num cigarro comum”. E ele não foi o único a ficar satisfeito. “A minha família inicialmente estava céptica, pois quase não se falava ainda de cigarros electrónicos, mas apoiou-me”. Ele ressalta a possibilidade de vaporizar dentro de casa à vontade, se desejar, “pois não altera o ambiente”. Certamente, esposa e filhos agradecem, porque, além de não contaminar o ambiente, ele próprio não fica com cheiro desagradável impregnado.

Para saber mais sobre cigarros electrónicos, visite este excelente fórum português especializado no assunto: www.ptvapers.com.

Faça a sua escolha… e… bons vapores no seu dia-a-dia! ;-)

(Não sou especialista no assunto, muito menos da área médica.
O que digo aqui é puramente opinião pessoal.)

Comments

  1. João Oliveira says

    Muito interessante!

    Eu não conhecia, fiquei muito surpreso e vou querer experimentar !!

  2. Rodrigo says

    Eu ja tinha ouvido falar, mas não tinha entendido. Muito legal isso. Vou ver para comorar aki no BR.

  3. César Rodrigues says

    Valeu pelo post que eu já vejo como solução para o meu caso! Eheh

    Nunca tinha imaginado que existia uma coisa dessa !

  4. Juliana says

    Ola, muito obrigado pelo texto, que eu por sinal vou passar para o meu avô. =)

  5. Albani says

    Amigo
    Parabéns pelo texto, excelete trabalho.Vou divulgar esse post, pois é muito esclarecedor quanto aos consumidores usá-lo nos espaços publicos. Enviarei o endereço do post p/ uma amiga que é viciada em nicotina.

  6. Rupert says

    Eu uso ha 5 meses e posso garantir que minha saude mudou muito!

    Sou muito grato a essa inençao.

  7. Joao says

    Lamentavelmente fizeram referencias a marcas portuguesas de qualidade um tanto questionavel, aparenta ser mais uma propaganda paga pelas marcas indicadas que um estudo real do que existe no Mercado!

    • Glauco says

      Obrigado pelos comentários. É bom poder usar o blog para levar essa novidade às pessoas. :)

    • Glauco says

      Olá, João!

      Devo ter cometido erros no texto, mas pesquisei muito antes de escrever e usei várias marcas. O texto é apenas um ponto de partida para os totalmente leigos. O assunto ainda é um mistério para a grande maioria das pessoas.

      Quanto às marcas portuguesas que você citou, analisar qualidade é algo subjectivo. Uns gostam de uma marca, outros não. Ao citar as portuguesas, actualmente não há como não citar a Smuky, a E-Cig e a E-Joy. Queira ou não, são as marcas dominantes com empresa portuguesa por trás. Portanto, não vejo problemas ao citá-las e até fazer comentários. O leitor precisa ter os primeiros conceitos e, a partir disso, tomar sua decisão.

      O blog tem espaços publicitários. É natural que uma e outra empresa queiram anunciar aqui de acordo com o conteúdo. Cabe ao leitor decidir tudo.

      Lembro que o texto menciona também as marcas importadas, como a óptima Janty. Aliás, você conhece alguma marca portuguesa que eu tenha ignorado no post? Se houver, será interessante eu verificar e incluir no texto.

      Agradeço por seu comentário. Sua crítica foi muito bem recebida.

    • says

      I agree – Electronic Cigarettes MUST be safer than traditional cigs.
      I am certainly a fan
      Happy Puffing
      Dave

    • Glauco says

      Olá, Rui.

      Acho que você vai gostar da Smuky, sim. E é marca popular cá em Portugal.

      Boas compras! :-)

    • Glauco says

      Jorge, experimentei várias marcas antes de escrever o post. A Janty foi uma de minhas preferidas. Pode pedir! :-)

  8. Glaydsmar Freitas says

    Olá, muitos parabéns pelo Post.
    Eu já estive a ver os vários sites portugueses, e realmente escolhi o E-Cig, porque tem frete grátis para o Brasil.
    Sou de Sanata Catarina e estou ansiosa que ele chege.
    Beijos a todos

    • Glauco says

      Olá, Gladysmar!

      Que bom que o post ajudou em sua decisão!

      Os brasileiros agora contam com as facilidades da E-Cig, da Smuky (que possui versão brasileira para o web site, em endereço web .com.br) e da espanhola Store Steam (que vende, principalmente, Janty).

      Aproveite! :-)

  9. André Pires says

    Olá, eu sou de Portimão e já uso cigarro electronico à bastante tempo.
    Comprei aqui na loja do continente em Portimão um Kit E-Cig.
    Estou muito satisfeito.
    Muitos parabéns pelo post.

    • Glauco says

      Olá, André.

      Somos da mesma área. :-)

      Bom saber. Não vejo muitos usuários de e-cig no Algarve. ;( Devia haver um encontro de usuários. :)

  10. Beatriz Bia says

    Oi, eu devia ter pesquisado no Google antes. Tenho smuky e nao gostei, vou tentar esse jAnty. Sou de Sao Paulo e estava atras de outras possibilidades .

  11. Ricardo Prata says

    Nunca tinha visto esse nome Janty. Boa descoberta! É esse que eu vou experimentar!

  12. Rodrigo Santos says

    Experimentei umas marcas e não gostei. Eu procurava outra e agora vou atras dessa janty citada aqui, espero gostar, pois preciso muito disso.

    Vlw

  13. Josinaldo says

    Cara, eu nem sonhava comnessa ideia de cigarro eletrônico! To espantado!

    Vou ja ja comprar meu cigarro eletrônico, você pode apostar!!

  14. juliana galvez says

    É óbvio que tem dinheiro por trás dessa polemica!

    Sempre tem. Não podia ser diferente com o cigarro eletrônico, né?

  15. Joao says

    Glauco, como voce frisou e bem, ha um fórum que fala sobre o cigarro electrónico, e presumo que um fórum com tantos membros e com tantas opiniões, a unica coisa que vai de encontro com o que escreveu é a sobre a Janty, que nem tem representação em Portugal!
    Após ter lido várias opiniões no forum, algumas delas sobre as referidas marcas que aqui menciona, praticamente de forma unanime mencionam a falta de qualidade face aos preços que algumas dessas empresas praticam!
    Como disse que pesquisou bastante, presumo que tenha sido no fórum ptvapers que mencionou no um do seu post, estranhamente mencionou aquelas que pelo que vi no fórum tem a pior feedback por parte dos utilizadores do mesmo fórum, onde presumo que se tenha baseado a sua pesquisa!
    Não quero criticar o seu texto nem a sua forma de se expressar, apenas acho que quando alguem coloca um post, com indicação de algo deverá citar as suas fontes, que no seu caso creio que tenha sido o referido fórum ptvapers!
    Tem por exemplo, as que encontrei na fórum e deixo algumas referencias às que me surgiram à primeira vista!
    http://www.vapor21.com
    http://www.viavapor.com
    http://www.2smok.com
    http://www.elcigarrete.com
    Alem do mais, uma vez que citou um certo número de marcas ou lojas portuguesas, poderia dar a indicação de onde surgiu essa lista, deixo para todos o link do fórum com a referida lista de lojas portuguesas!
    http://www.ptvapers.com/forum/index.php/topic,149.0.html

  16. Rita Alves says

    Achei fenomenal esse produto que eu nunca tinha ouvido falar. Com certeza eu vou comprar. Esse Janty eu acho!

  17. Rita Alves says

    Aliás, como tem evoluido o mundo! Quando que a gente ia pensar que ia ver um dia um cigarro eletrônico? =)

  18. Benevides says

    Para mim, o cigarro eletrônico foi a invenção do seculo. Me fez muito bem!

  19. Juliano Mauro says

    Cuidado com as marcas. Cada um curte o que quiser, mas tem duas marcas citadas aí que são um inferno de ruim. E recomendo como uma boa a Janty, tem também a Ovale.

  20. Julieta de Moraes says

    O cigarro electrónico aparece como opção para melhorar a minha vida. Muito bom post.

  21. Ricardo Santos says

    Em resposta ao Juliano. Não existe nenhuma marca tão ruim como você diz. Eu conheço todas as marcas. Não precisa falar mal da concorrência para tentar vender a Janty.

  22. Luís Miguel says

    Sou adepto do cigarro electrónico e posso dar testemunho de que é uma grande invenção. Uso marca chamada Ovale, recomendo.

  23. Alex Martin says

    Olá, caros e presados leitores, eu pessoalmente prefiro os aparelhos ou vaporizadores que se são mais parecidos com um cigarro tradicional, como os da E-CIG, da SMUKY ou da EJOY vap, pois são os que eu mais vejos as pessoas utilizarem nos restaurantes ou cafés onde vou. Já as outras marcas que aqui vejo comentadas ainda não tive o prazer de me encontrar com nenhum usuario em local publico.
    Pelo que me aprecebo do tamanho do vaporizador não deve dar jeito nenhum andar com o mesmo no bolso daas calças.
    Depois tem que se ter o liquido para encher o reservatório, para mim nada prático, acemelha-se aos cigarros tradicionais de enrrolar, anda-se com a maquina de fazer, as mortalhas ou os tubos e o proprio tabaco.
    Já os que são mais parecidos com os cigarros normais, são mais práticos, têm as recargas e em acabando joga-se fora, quanto a mim bem mais egienico.
    Já a gora fiquei encantado com este novo produto da E-CIG http://www.e-cig.com.pt/Cachimbo-Electronico-P10.aspx
    Chou de bola…….

  24. Juliana Moraes Pinto says

    Vou comprar meu cigarro eletrônico por essa loja espanhola. Será que é confiável? Estou insegura!

  25. Griselda Martinho says

    Óptimo post sobre o cigarro electrónico. Me ajuda agora a decidir.

    Diga lá, essas marcas de fora demoram para chegar quando compramos pela internet?

  26. Luísa Ramos says

    Eu também acho que qualquer tentativa de acabar com o cigarro electrónico é manipulação da indústria do tabaco.

  27. Júlio Belfontes says

    Uso o cigarro eletrônico há 3 meses e posso dizer que minha qualidade de vida mudou muito.

    Não conhecia o Janty e agora estou considerando comprar um para experimentar. Quanto mais eu souber melhor.

  28. Santos says

    Depois de ser fumador durante 25 anos acho que chegou a hora de experimentar o cigarro electrónico. Depois eu conto neste sítio como foi a minha experiência.

    Tenho imensas esperanças.

  29. says

    Como filha de fumador acho que esta foi é uma boa invenção para os fumadores e além disso assim já podem fumar em recintos fechados, sem ter de andar fora e dentro e sem incomodar os outros com o fumo.

  30. Marquesina says

    Boas!

    Sinto-me mais disposta desde que uso o cigarro electrónico. Para mim foi uma decisão muito importante para mudar de vida. Agora quero conhecer melhor as marcas.

  31. Rui says

    Olá.

    Os cigarros electrónicos americanos sabem melhor. Meus amigos trazem para mim de viagem.

  32. Jô Souza says

    O cigarro electrónico eu concordo que é uma grande invenção nesses nossos tempos!

  33. Raquel says

    Gostaria de saber onde vende aqui no rio de janeiro o aparelho e os filtros enfim (kits) de cigarro eletronico, pois quero parar de fuma, quero tentar.

  34. Rafael says

    Tenho cigarro eletronico no brasil pronto entrega.
    Entrego em maos em curitiba e explico como usar.
    1 cigarro eletronico + 1 carregador USB + 1 filto sem nicotina + 10 filtros com nicotina = R$150,00
    Filtros com 10 unidades = R$25,00

    Contato: (041)9894-1782 email k1llar0x@hotmail.com

  35. Mariana says

    Alguem conhece a marca blucigs?

    Estava convencida em comprar o kit da marca n7 citado aqui ateh ver um video no youtube de uma mulher que comparava a njoy, n7 e este blucig…
    A conclusao q se chegou: njoy tem bateria de pouca duracao e tem que se fazer mto esforco para puxar fumaca, a n 7 tem bateria de longa duracao e mtos sabores disponiveis, mas pouca producao de vapor… E blucigs produzia mto mais vapor…

    Entao ainda estou na duvida com relacao as marcas… Alguem poderia me ajudar?

    Obs: desculpem o assassinato do portuguem mas meu teclado ta com algum problema e nao consigo acentuar (rs rs )

    Meu email: mariana.godolphim@hotmail.com

  36. Jorge says

    Eu comprei um cigarro electrónico e não estou nada arrependido.
    A marca que optei por comprar chama-se Smuky, além do design q acho bem giro é 100% portugues, o apoio ao cliente é mt bom.
    Eu fiz a encomenda por telefone e por meu espanto chegou logo no dia seguinte, chegou bem rapido.
    Dêem aí uma olhadela. http://www.smuky.pt
    De 2 machos fumo 2 ou 3 cigarros por dia.

  37. Rafael says

    Tenho cigarro eletronico no brasil pronto entrega.
    Entrego em maos em curitiba e explico como usar.
    1 cigarro eletronico + 1 carregador USB + 1 filto sem nicotina + 10 filtros com nicotina = R$170,00
    Filtros com 10 unidades = R$30,00

    Contato: (041)9894-1782 email k1llar0x@hotmail.com

  38. FLAVIO HENRIQUE TOLEDO DE OLIVEIRA says

    COMPREI UM E-CIGA ONTEM MAIS ACHEI MEIO RUIM TIPOW PRA PUXAR E NÃO VI MUITA FUMAÇA, DEIXEI CARREGANDO POR 1H APROXMADAMENTE MAIS NÃO SEI QUE HORAS ELE FICA TOTALMENTE CARREGADO, ALGUÉM AE PODE ME AJUDAR?
    ATT;
    FLAVIO
    ANGATUBA/SP

  39. kleber says

    Parabéns pelas palavras!!! muito bem explicado.
    Uso o e-cig a 1 semana e já larguei o analogico (fedidão). Tem um forum muito bom pra exclarecer as duvidas http://e-cig.forumbrasil.net/ faço parte dele.
    Hj uso o e-cig da marca Bloog, tem um revendedor aqui no Brasil http://www.bloogplanet.com.br/

    Recomendo.

    Mas antes, acessem o forum, é bem legal e os usuarios de lá dão muitas dicas e tiram muitas duvidas.

    Abç

  40. Moema says

    Olá Glauco,
    Em que pese o seu artigo ser plenamente favorável ao consumo do e-cigarette, assim como todos os comentários que foram publicados na sequência, sinto-me muito incomodada com tal incentivo ao uso do cigarro eletrônico junto ao público leigo, uma vez que o vício de fumar, devido à dependência bioquímica à nicotina, é um dos mais severos e difíceis de serem tratados.
    A nicotina é uma droga tão devastadora, que ela reforça a dependência psíquica ao cigarro.
    No Brasil, a engenhoca eletrônica está mesmo proibida e isso porque o “país da corrupção” seguiu a orientação da OMS-Organização Mundial de Saúde, afinal, o inventor chinês não informa quais produtos químicos compõem o “líquido mágico”, contudo, sabe-se que uma unidade da versão eletrônica contém 20 vezes mais nicotina que o cigarro comum, portanto, não é uma opção inteligente para quem quer deixar de fumar, afinal, como será possível deixar o vício por outro muito mais potente?
    Engana-se quem pensa que o vapor de nicotina é inofensivo, pois a ciência já demonstrou que a nicotina fica impregnada no ambiente, no ar, na roupa, na poeira; por isso não se recomenda que se fume nem em varandas, pois o ar carrega para dentro a fumaça contendo a nicotina.
    Segundo a OMS, cerca de dois bilhões de pessoas não fumantes inalam nicotina por estarem em ambientes fechados, convivendo com fumantes.
    O cigarro eletrônico é um ledo engano e assim como o cigarro comum, ele não é um produto, antes um invólucro, um recipiente para fornecer droga, no caso a nicotina, que é uma droga psicoativa, que provoca desordem mental e que causa dependência física e psíquica.
    A nicotina possui substâncias que provocam vasoconstrição, que diminuem o calibre dos vasos sanguíneos e por isso elevam a pressão arterial, que leva à hipertensão e a diversos problemas cardiovasculares, como enfarte e tromboses.
    O cigarro eletrônico também é um engano para quem pretende fazer um tratamento sério para deixar de fumar, uma vez que o e-cigarette mantém idêntico comportamento social, como você mesmo descreveu: em longas e tediosas viagens, para manter o “hábito” e o prazer.
    Fumar não é um hábito, é um vício; se na composição do cigarro não houvesse a nicotina, então poderia ser considerado um hábito, mas a nicotina torna o ato de fumar num vício.
    Por essa razão não cabe falar que depende da “força de vontade” para o fumante deixar o vício, pois é muito difícil para alguém deixar de fumar sozinho; o tabagista precisa de ajuda médica mediante tratamento estruturado com remédios e terapia.
    Não tenho ilusão que este comentário será aprovado e publicado na íntegra, mas resta-me a utopia, quiçá um forte desejo de que tais esclarecimentos atinjam leitores como deste blog, notadamente os jovens que são os mais afetados pela nicotina, afinal, o maior número de fumantes no mundo está localizado nos países em desenvolvimento, como o Brasil, por falta de acesso à informação!

    • Glauco Adams says

      Olá, Moema.

      Li agora seu comentário — e sim, ele foi publicado na íntegra (por que não seria?).

      Estou de olho neste post. Tenho lido e refletido sobre os e-cigs. Breve, vou reescrever o post, mudando parte da linha de raciocínio.

      O primeiro motivo por eu ter publicado foi refletir os comentários sobre os e-cigs em viagens de avião. Isso era — e é — assunto para o blog.

      Só não reescrevi o post ainda porque estou envolvido demais com outros posts e com trabalhos como autor.

      Obrigado pelo alerta.

      Meus cumprimentos,

      Glauco

  41. Moema says

    Muito Obrigada, Glauco,

    Achei que não seria publicado por ser contrário à opinião geral, mas de qualquer sorte, admiro muito sua postura.

    Foi bastante apropriado o motivo pelo qual publicou o artigo, sobre os e-cigs em viagens de avião, pois doravante vou indagar, antes de adquirir bilhetes de viagens internacionais, se a cia aérea permite o consumo de cigarro eletrônico à bordo das aeronaves; não quero correr o risco de inalar nicotina pura evaporada em ambientes fechados, em razão dos danos físicos que ela causa também aos fumantes passivos.

    A internet é um espaço realmente democrático, onde a informação circula livremente, por isso lhe sou grata pela oportunidade de ter publicado o alerta.

    Espero ter ajudado,
    Cordialmente,

    Moema

  42. reinaldo says

    moro em belo horizonte minas gerais e no dia 15/12/2012 eu estava em uma festa e vi este cigarro, sou fumante ha 28 anos e fiquei impressionado com este aparelho.vou compra-lo na primeira oportunidade, e tem um detalhe funciona mesmo. abraços…..

  43. Rafael says

    ola gostaria de saber o preço do cigarro eletronico valor do frete moro em santa cruz do sul Rio Grande do Sul

  44. LAERCIO REIS says

    Gostei muito da iniciativa

    sabe informar se existe alguma ação para a liberação da proibição?

    Obgdo

    Lr

    obgdo

  45. AMANCIO says

    AONDE POSSO MANDAR MANIPULAR O LIGUIDO PARA CIGARRO ELETRONICO, E QUAL O NOME DO PRODUTO ?…OBRIGADO

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