Está de viagem marcada para um país cujo idioma oficial você conhece pouco ou nada? Incômodo, de certa maneira. Sempre há o inglês para comunicação universal, mas saber o básico do idioma local é uma ajuda e tanto em várias situações.
Guias (livros) de turismo geralmente trazem uma tabela com referências de conversação básica. OK, bom saber. Mas agora você tem outra boa arma para melhorar a sua comunicação em 14 idiomas.
Imagine estas cenas:
Na Itália, você precisa fazer uma reclamação em um restaurante (bem provável, aliás…). Eles são mestres em levar outro prato ao cliente. Aconteceu comigo e vi acontecer com muitas outras pessoas. Eu reclamei em inglês — para ver, depois, o garçom resmungar, em italiano mesmo, que seria aquele prato… e ponto final. Gostaria de voltar atrás para reclamar em italiano. Assim:
-
-
- Eu não pedi isto, eu pedi ___.
- => Non ho ordinato questo piatto, ho ordinato ___.
Na Rússia, você quer chegar a uma estação de trem. Pede informação na rua. Em vez de perguntar em inglês, você esnoba assim:
- Onde fica a estação de trem?
- => Где вокзал? | Gd’e vokzal?
Uma situação na qual poucos turistas pensam: você precisa usar um computador… mas o teclado está em idioma pra lá de “estranho” pra você — japonês, chinês, russo…
- Na China, você precisa do comando Imprimir no computador.
- Olhe aqui o danadinho: 打印
Interessante, não?
E fácil, Glauco. Fala aí qual é a dica! Tá demorando!
O mapa da mina está no bab.la, portal linguístico que oferece dicionários e… Guias de Sobrevivência, prontos para nos ajudar em 14 idiomas durante viagens. Os guias estão disponíveis em chinês, alemão, inglês, espanhol, francês, hindi, italiano, japonês, coreano, polonês, português, romeno, russo e turco. Para facilitar, dividem-se em 3 categorias (uma grande ideia dos autores do portal): conversas, reclamações e computador. Há frases para várias situações.

Detalhe do arquivo Reclamações para italiano. Além das utilidades, os guias trazem o divertido quadro “Quando tudo mais falhar” (veja acima) — embora os criadores do portal ressaltem que não recomendam o uso “daquilo”.
Confesso que, se eu conhecesse essas dicas durante minhas visitas à Itália, teria uma vontadezinha de dizer boa parte da lista na maioria dos restaurantes…
Os guias podem ser baixados, gratuitamente, em formato PDF. Fácil imprimir tudo e levar na viagem, mas uma ideia melhor é salvar os arquivos em seu smartphone.
Por falar em smartphone: o dicionário pode ser acessado em uma versão on-line para smartphones. O endereço é pt.babla.mobi. Há também uma versão especial para iPhone: pt.babla.mobi/iphone.

Aqui e abaixo, exemplos do japonês em duas formas.

Para entrar em “modo bab.la”, despeço-me em polonês: przepraszam, do widzenia, dobry wieczór.











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3 usuários com resposta neste post
Glauco, meu escritor preferido, li, achei muito proveitoso. Mais uma vez encantei-me com sua forma de escrever: Magia X Humor, o que nos faz voltar sempre neste espaço tão singular, porque você é piramidal.
Na Itália… “É vero!”… Precisamos de muita paciência, mesmo, para manter a educação. Aconteceu comigo, mas vale as maravilhas de lá.
Conte mais, estou sempre esperando…
Glaucoooooooooooooooooooooooooo
Você de voltaaaaaaaaaaaaaaa!Maravilhoso, chegar aqui, e encontrar um post novo, e principalmente quando traz informações utilíssima, como as que tive o prazer de ler, agora.
Concordo, com a Lili,sua escrita sempre com magia X humor.
Um deleite, ler tuas informações e livros.
Um grande abraço
Albani
Concordo plenamente com você! É preciso saber o básico da língua do país visitado. Sou fluente em Inglês, mas nunca, jamais começo uma frase em Inglês num país onde a língua não seja essa. Sempre decoro as pronúncias de algumas frases básicas do tipo: “olá/oi”, “bom dia/boa tarde/boa note”, “não falo seu idioma”, “sou brasileiro”, falo português/inglês/espanhol” e por aí vai. Há muitos cursos gratuitos na web e também podcasts de línguas aos montes! Não há desculpa para não aprender ao menos o básico e depois entrar na conversa com o Inglês. Também sempre coloco no iPhone um dicionário de frases básicas do local para onde vou.
Já percebi que essa tática de aproximação inicial na língua local muda completamente a forma de tratamento das pessoas. Elas percebem que você está se esforçando e te tratam bem melhor! Evidentemente há exceções como tudo na vida. rs.
Sobre perguntas mais complexas na língua local, é meio complicado pois a resposta pode ser incompreensível. rs. Na Alemanha rapidamente aprendi a pedir algumas coisas nos restaurantes e cafés, mas respostas simples como “você quer o grande ou o pequeno?” te fazem parar no tempo com uma grande interrogação estampada no seu rosto! Mas mesmo assim eu continuava me esforçando.
Na pior das hipóteses você aprende algumas palavras num idioma novo!
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