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Lili disse em July 10th, 2010 em 16:27

Glauco, meu escri­tor prefe­rido, li, achei muito provei­toso. Mais uma vez encantei-me com sua forma de escre­ver: Magia X Humor, o que nos faz voltar sempre neste espaço tão singu­lar, porque você é piramidal.

Na Itália… “É vero!”… Precisamos de muita paci­ên­cia, mesmo, para manter a educa­ção. Aconteceu comigo, mas vale as mara­vi­lhas de lá.

Conte mais, estou sempre esperando…

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Anonymous disse em July 11th, 2010 em 01:26

Glaucoooooooooooooooooooooooooo
Você de voltaaaaaaaaaaaaaaa!Maravilhoso, chegar aqui, e encon­trar um post novo, e prin­ci­pal­mente quando traz infor­ma­ções utilís­sima, como as que tive o prazer de ler, agora.
Concordo, com a Lili,sua escrita sempre com magia X humor.
Um deleite, ler tuas infor­ma­ções e livros.
Um grande abraço
Albani

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Vladimir Campos disse em July 19th, 2010 em 09:42

Concordo plena­mente com você! É preciso saber o básico da língua do país visi­tado. Sou fluente em Inglês, mas nunca, jamais começo uma frase em Inglês num país onde a língua não seja essa. Sempre decoro as pronún­cias de algu­mas frases bási­cas do tipo: “olá/oi”, “bom dia/boa tarde/boa note”, “não falo seu idioma”, “sou brasi­leiro”, falo português/inglês/espanhol” e por aí vai. Há muitos cursos gratui­tos na web e também podcasts de línguas aos montes! Não há desculpa para não apren­der ao menos o básico e depois entrar na conversa com o Inglês. Também sempre coloco no iPhone um dici­o­ná­rio de frases bási­cas do local para onde vou.

Já percebi que essa tática de apro­xi­ma­ção inicial na língua local muda comple­ta­mente a forma de trata­mento das pessoas. Elas perce­bem que você está se esfor­çando e te tratam bem melhor! Evidentemente há exce­ções como tudo na vida. rs.

Sobre pergun­tas mais comple­xas na língua local, é meio compli­cado pois a resposta pode ser incom­pre­en­sí­vel. rs. Na Alemanha rapi­da­mente aprendi a pedir algu­mas coisas nos restau­ran­tes e cafés, mas respos­tas simples como “você quer o grande ou o pequeno?” te fazem parar no tempo com uma grande inter­ro­ga­ção estam­pada no seu rosto! Mas mesmo assim eu conti­nu­ava me esforçando.

Na pior das hipó­te­ses você aprende algu­mas pala­vras num idioma novo!

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