
O Kindle, leitor de livros eletrônicos da respeitável Amazon.com, ainda gera muitas dúvidas entre os brasileiros. É só uma questão de tempo: breve ele deve se popularizar. Sou radical ao prever — ao contrário da opinião de muitas pessoas — que, a médio prazo, o livro tradicional em papel sofrerá forte queda nas vendas, e, a longo prazo, desaparecerá (SIM!) do mercado — da mesma forma que hoje não vemos mais um filme em VHS ou um LP de músicas.
Não faltam observações sobre a manipulação “complicada” dos e-books (compra, processo de leitura, cadastro de contas em aparelhos etc.) e sobre a falta do contato com o papel, a falta do “charme” de um livro impresso. Isso é muito natural — mera resistência a uma novidade que impõe mudanças drásticas em hábitos superantigos. Foi a mesma coisa, por exemplo, quando as câmeras fotográficas digitais se popularizaram. “Ahn?! Câmera digital? Terei que mexer nesse tal de cartão de memória?! E sincronizar fotos com meu computador?! Nossa, eu vou me perder! Tudo muito complicado!” Hoje, tente achar um fotógrafo amador que ainda use camerazinha de filme para ser revelado… Lojas que viviam quase exclusivamente de revelação de fotos tiveram que se adaptar (caso da Fotoptica, que se adaptou muito bem, continua forte até hoje), da mesma forma que, a longo prazo, editoras, livrarias e distribuidoras também terão de se adaptar. Vale a “Lei de Darwin”: os mais adaptáveis (não os mais fortes) são os que permanecem, evoluem.
Que tal ler seus livros eletrônicos em qualquer lugar, confortavelmente, de um jeito muito moderno? E que tal — ooooooh! — ler durante suas viagens? No avião, por exemplo. A tecnologia está aí. Você não pode deixar de aproveitar.
Um provável pensamento seu: “Aprecio a ideia dos e-books e gostaria de usufruir as edições Kindle, mas não quero/não posso ter um aparelho Kindle. Então… nunca poderei comprar/ler os e-books da Amazon.com”. A fantástica notícia é que, para usufruir todo o incrível universo Kindle, você não precisa ter um aparelho Kindle.
A seguir, entenda mais o Kindle — por que é fantástica essa ideia da Amazon — e aprenda onde e como você pode ler os e-books. Tentarei explicar em um texto direto, simples, ilustrado com DEZENAS de figuras. Respire fundo e siga em frente!
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Siiiiim, é nessa "coisinha fininha" que você aprecia os livros eletrônicos KINDLE. Esse é o Kindle original, o aparelho vendido pela Amazon.com. — Foto: divulgação da Amazon
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Só há três motivos para você não ter um aparelho Kindle:
(1) Você não aceita essa “mudança assustadora”. Quer a todo custo os livros em papel (aliás, nada ecológico, isso…). Para sempre. Pensa que não há nada como o “charme” de segurar um livro, sentir o papel, virar as páginas… Ei, que tal voltar à máquina de escrever?
(2) Você aprecia a ideia dos e-books… mas simplesmente não gosta do aparelho Kindle. Por exemplo, não aceita comprar algo que se diz moderno mas apresenta tela em branco e preto.
A tela do Kindle imita (muito bem) o papel de livro. Não depende de brilho, como acontece em telas de computadores e de smartphones. Com isso, a leitura fica muito mais agradável, sem cansar os olhos.

Você já deve ter notado que muita claridade, principalmente da luz solar, atrapalha a visualização de telas de computadores e de smartphones. Por não depender de brilho de tela, o aparelho Kindle pode ser usado mesmo nesses ambientes. Nesta foto de divulgação da Amazon, a mulher usa o Kindle... NA PRAIA!
Essa tecnologia acontece bem em branco e preto. A Amazon — criadora do aparelho e vendedora exclusiva dele — preferiu arriscar no branco e preto porque achou que valeria a pena o conforto visual oferecido. Muitas pessoas vibram com esse benefício e não trocam o aparelho por nada.

A leitura é confortável para os olhos. A sensação volta-se à que temos com leitura em papel. (Os botões são usados para "virar páginas". O aparelho ainda não possui tela sensível a toque. No entanto, as versões para iPhone/iPod Touch, para iPad e para BalckBerry Storm usufruem as telas de toque — o usuário muda a página deslizando o dedo na tela ou com um simples toque.)
Nos Estados Unidos, o aparelho é um sucesso de vendas. Aliás, a Amazon vende a quase todos os países, inclusive o Brasil. E por falar nisso… vamos à opção 3…
(3) Você quer o Kindle. Sonha com ele. Almoça, trabalha, respira pensando nele. Mas… você mora num país maluco, de mentalidade governamental caótica, onde se praticam os impostos mais altos do planeta. O governo federal ousa cobrar 100% de imposto sobre o Kindle! Já temos que comprar o Kindle em dólar pela Amazon.com; convertemos para reais, o que quase dobra o valor. Aí vêm os impostos demoníacos que o governo crava em nosso coração… No fim, um modelo Kindle que sai por volta de 480 dólares para um americano custa quase 2 mil reais para um brasileiro! (OK, pode dar uma pausa agora na leitura. Vá tomar um Lexotan.)
Os americanos não convertem o dinheiro pago (claro: porque já ganham em dólares). Proporcionalmente, seria como se comprássemos um Kindle por menos de 500 reais. Mas OK, deixemos de sonhar, voltemos à nossa triste realidade de brasileiro sugado até os bolsos.
OK, você não quer ou não pode ter um aparelho Kindle. Quais as outras opções para ler os e-books? São satisfatórias? Quanto custam? Quais as vantagens?
Mesmo as pessoas que compram um aparelho Kindle leem, algumas vezes, os e-books em outros aparelhos ou sistemas. Eis a grande ideia da Amazon: não limitar os meios de leitura. Não é um dos principais objetivos da Amazon ter lucros com vendas dos aparelhos; mais importante é popularizar os modos de leitura para deixar o Kindle presente em todos os lugares; o lucro, mesmo, a Amazon quer com as vendas dos livros. (Aliás, mais baratos que os livros em papel. Mais barato, vende-se mais; no fim, os lucros são maiores. Isso é possível porque os custos de um e-book são baixíssimos — nada de papel, impressão, distribuição…)
Afinal… onde mais ler os e-books Kindle?
Aproveite esse fantástico universo… mesmo sem possuir um aparelho Kindle. A Amazon oferece, GRATUITAMENTE, aplicativos (programas) Kindle para serem instalados em alguns outros aparelhos ou sistemas. Por enquanto, estas são as opções:
:: Computador com Windows (clique depois aqui para acessar a página da Amazon sobre informações e instalação em Windows)
:: Computador Mac (clique depois aqui)
:: iPad (o novo produto da Apple; será um grande aliado na popularização do Kindle mundo afora; está disponível pela App Store)
:: Smartphone iPhone (clique depois aqui)
:: Smartphone BlackBerry (clique depois aqui)
(Por enquanto, não há notícias sobre versões para smartphones com Windows Mobile, Android nem Symbian — este, em aparelhos Nokia.)
Alívio para muitas pessoas: o aplicativo aproveita a tela de cada um desses aparelhos, por isso funciona em cores. Ótimo… mas perde-se a vantagem da tela do aparelho Kindle, que — lembre-se — não possui brilho e imita papel. Entramos em uma questão pessoal. Muitas pessoas preferem não abrir mão do colorido. Além disso, consideremos que as telas dos aparelhos modernos são muito boas, com definição excelente, brilho adequado, colorido bonito. A tela do iPhone, por exemplo, permite leitura muito, muito boa — apesar de ser uma tela pequena, ou seja, menor que a de um Kindle ou muito menor que a de um computador.

O Kindle em uma versão para iPad, o novo produto da Apple: colorido, tela de alta qualidade, efeitos visuais bem interessantes.

Tela de abertura do Kindle no iPhone: qualidade proporciona ótima leitura. (O iPhone será usado como base para as fotos aqui. Lembre-se: existe versão para BlackBerry.)

O Kindle abrindo em meu computador Mac. (Não se preocupe se o seu sistema for Windows: as versões são praticamente idênticas, por isso eu posso usar, aqui, só uma como exemplo.)

Kindle em BlackBerry
Você pode pensar: “Por que uma pessoa que possui o aparelho Kindle às vezes lê os livros em outros aparelhos ou sistemas? Sim, a ideia é liberdade de escolha, oferecer várias opções, mas… por que variar assim?”. E não é fantástico saber que seus livros estarão disponíveis em vários lugares?
Os e-books comprados da Amazon.com pertencem a sua conta na Amazon, não a um aparelho. Assim, ao usar seu Kindle, independentemente do lugar, você insere sua conta (e-mail e senha na Amazon) e pronto, todo o seu conteúdo (a sua “estante”) aparece na tela. As informações são sincronizadas.
Você pode começar a leitura de um livro em seu aparelho Kindle (se é que possui um), por exemplo, e retomá-la mais tarde pelo seu iPhone, na sala de espera do médico. Depois, em casa, abre o mesmo livro em seu computador (Windows ou Mac, vale lembrar). Lê mais um pouco… e continua no dia seguinte, por meio de seu notebook, enquanto você está num avião. E assim vai… onde quiser… quando quiser…
Há muitas outras vantagens. Devido à capacidade de sincronizar informações com a Amazon, o Kindle (aparelho ou aplicativo instalado em outro lugar) poderá saber em que ponto da leitura você parou. Cada vez que retomar a leitura, poderá ir direto ao ponto em que parou na leitura anterior. (Ahn? Para que mesmo é aquele trequinho de papel chamado marca-página?)

Neste exemplo, o meu livro lançado no Kindle — MEU FILHO, MINHA ESCOLHA. Primeiro eu abri o livro pelo Kindle em meu iPhone. Li um pouco... e fechei o aplicativo. Mais tarde, em casa, em meu computador Mac, abri o aplicativo Kindle e selecionei o mesmo livro. TCHAAAANNNNN!!! Na hora o aplicativo perguntou se eu gostaria de ir ao último ponto da leitura anterior! (OK, pode aplaudir.)
Quer mais vantagens? OK, vamos lá…
Você pode “dobrar” a ponta das páginas, como dobramos a ponta de uma página de papel. Não importa o tipo de Kindle usado: a ponta da página ganha uma “dobra” no canto superior direito da tela.
Isso é para marcar, certo? Natural, portanto, que, feita a marca, ela aparecerá em qualquer outro Kindle que você usar. Tudo sincronizado! E haverá um atalho para ela, para fácil acesso. Se fizer umas 10 “dobras”, haverá um tipo de índice para todas elas. Basta um toque em uma para ir direto ao ponto.

No iPhone, lendo meu livro, "dobrei" a ponta de uma página. Terei acesso a essa "dobra" se abrir o livro em outros aparelhos ou sistemas.

Outro exemplo de "dobra" de ponta de página — agora na versão para computador Mac.
Ahn? Você se desanima porque pensa que sentiria falta das anotações e dos destaques que faz nas páginas de um livro tradicional? Quem disse que isso é um problema no Kindle?
Você pode selecionar um ponto do livro e inserir o texto (nota, observação) que desejar. Faça isso quanto quiser. Depois, haverá também um tipo de índice para as anotações — um toque e pronto, você pula direto para o trecho. E… é claaaaaaaaro… as anotações serão sincronizadas, visíveis em qualquer aparelho ou sistema usado para ler o livro. Fantástico, não? (Por enquanto, nas versões para Windows e Mac não é possível fazer anotações; o usuário apenas lê as disponíveis. A Amazon promete para breve a possibilidade de criar anotações também nas versões Windows e Mac.)

Inserindo uma nota no aparelho Kindle.

No iPhone, em outro livro (o meu), observo um pequeno ícone que indica uma NOTA (eu mesmo criei) ali...

...e, com um toque no ícone, abro a nota. Esta, evidentemente, é uma nota já disponível. Eu posso CRIAR outra em qualquer ponto do livro — sempre sincronizando tudo entre as versões do Kindle usadas.

Não quer mais a nota? OK, apague-a. Basta tocar o dedo na tela do iPhone, sobre a nota, e manter o dedo por uns dois segundos. Já é desnecessário dizer, mas não custa: tudo é sincronizado. Ao apagar a nota aqui, ela será apagada no livro em todas as suas outras versões do Kindle. Sempre é como um ESPELHO. Sincronizado. Tudo.

A mesma nota... agora vista na versão para computadores Mac.

Outro exemplo de nota. Eu quis marcar um acesso fácil a um trecho com esta foto do beija-flor. Aqui, visualização pela versão no meu computador Mac.

O mesmo ponto, agora na versão iPhone. Observe, aliás, a boa qualidade da imagem — apesar da tela pequena do iPhone.

Provável pensamento seu: "Figuras... nessa tela pequena do iPhone? Será??? E se eu quiser mais detalhe, talvez dar um zoom?". A tela do iPhone é muito boa, por isso a qualidade geral é bem satisfatória. Alegre-se: ao tocar em uma figura com dois dedos e abri-los em um movimento de pinça, o zoom na imagem acontece. Para voltar ao normal, basta tocar no X no alto. Bom, né? Aliás, ótimo para ver fotos de guias de turismo em Kindle!

Para criar nota na versão para iPhone, basta tocar uma palavra e manter o dedo por uns dois segundos. Crie então uma nota... ou um destaque (highlight), como se você passasse aquela caneta amarela de realce em um papel.

Pronto: feito o realce. (Preciso dizer que o realce aparecerá em outras versões do Kindle? Só não espere amarelo na tela em branco e preto do aparelho próprio Kindle...)

Na versão iPhone, uma lista de NOTAS, de REALCES (DESTAQUES) e de "PÁGINAS DOBRADAS". Basta um toque para "pular" direto no ponto.

A mesma lista — agora na versão Mac. (Lembre-se: a versão Windows é praticamente idêntica à do Mac OS, por isso não me preocupo em mostrar telas próprias do Windows.)

Sempre há um acesso fácil para tudo. Acabamos de ver que aparece uma lista de notas, realces e "dobras de página". O usuário pode, também, ir direto para a capa, para o sumário da obra ou para o ponto definido como INÍCIO do livro (por exemplo, direto para o primeiro capítulo, pulando sumário, créditos etc.). Aqui, ilustro isso com o iPhone, mas as outras versões também possuem esse recurso. No caso, basta um toque na tela para que apareçam por cima os ícones vistos aqui. O ícone que nos leva a isso está no meio e embaixo — o que parece um livro aberto.

Vamos, então, para esta tela. E escolhemos o ponto desejado.

Usando a opção mostrada acima, vou direto, aqui, para a capa do livro de Dan Brown (versão original em inglês de O Símbolo Perdido).

Agora, um salto direto para o sumário do mesmo livro.

As mesmas opções na versão do computador Mac.
Falemos de novo sobre conforto visual para a leitura.
Em todas as versões do Kindle, é o usuário quem escolhe o tamanho da fonte (da letra). Sabe quando você compra um livro “normal” de papel e xinga a editora por causa daquela letra minúscula e que aparece pouco legível? Então. Isso acaba com o Kindle. Gosta de letra bem pequena para caber mais texto na tela? Tudo bem. A vista é sua… Gosta de letras maiores? Maiores ainda? Muito maiores? Exageradas? À vontade — é só escolher. Ponto para pessoas com problema de visão!

No aparelho Kindle, o usuário escolhe o tamanho da fonte (da letra). Como fica melhor para você?

Na versão para computador, a mesma opção. Escolha até o número de palavras por linha!
Nos dispositivos com tela colorida, você pode alterar também o “papel”. Que tal preto? Talvez… sépia, com aquele tom meio envelhecido, meio bege — pode ser mais confortável para a vista.

Mais uma vez com a versão para iPhone, mostro a mudança da cor do "papel". Aqui, o tradicional (e melhor) branco...

...agora o preto...

...e sépia.

Letra um pouco maior?

Mais um pouco?

Maior ainda???

Ah, prefere ler na horizontal? Vire o aparelho. Aqui, tela de iPhone. E favor não tentar virar seu computador Mac ou Windows!
Não deixe de aproveitar esse fantástico universo. Além de moderno, ele traz um novo conceito em preços. Como escrevi acima, os livros são mais baratos (às vezes, muito mais baratos) que as edições impressas. Com duas vantagens extras:
- Basta navegar pela Amazon.com e escolher seu livro. Nada de ir a uma livraria, talvez não encontrar o livro e fazer pedido… blablablá. Confirmada a compra, o livro aparece — com capa e tudo — no seu Kindle (não importa a versão usada) geralmente em menos de 1 minuto!
- Como seriedade é o que não falta na Amazon, o sistema permite que você baixe antes apenas uma amostra (sample) do livro — 10% do conteúdo. Avalie à vontade. No final da amostra, aparece, em inglês, algo assim: “Gostou? Compre agora”. Basta um clique nisso. Então, use seu cadastro na Amazon.com para comprar. (Se habilitar, em sua conta Amazon, a opção “compra por um clique” — Buy now with 1-Click —, você não precisará, toda vez, informar cartão de crédito e outros detalhes. Um simples clique e pronto, livro comprado, livro em seu Kindle em até um minuto. // ATENÇÃO! NÃO CONFUNDA! Algumas vezes nós vemos, na internet, publicidade que cita a Amazon e diz: “Para comprar pela Amazon, você precisa de um endereço nos Estados Unidos. Clique aqui — nós oferecemos isso para você”. Isso é válido APENAS para compras de produtos eletrônicos — filmadoras, computadores etc. Livros, livros Kindle, aparelho Kindle, entre outros produtos, você compra normalmente, com um simples cadastro que você mesmo faz na Amazon.com.)

Naquele livro de Dan Brown, o final da AMOSTRA mostra a opção citada acima.
A administração de sua “estante” é muito simples. Veja alguns detalhes:

A tela inicial do Kindle (em todas as versões) mostra a sua "estante" de livros. Aqui, é tela é da versão iPhone. A estampa "SAMPLE" em uma capa significa que você possui apenas uma AMOSTRA do livro (comentada acima).

A mesma "estante" na versão para computadores Mac. SETA VERMELHA: as "bolinhas" indicam quanto do livro você já leu. SETA LARANJA: organize os livros por autor, por título ou por mais recente. SETA AZUL: a etiqueta "SAMPLE" indica que é apenas uma AMOSTRA do livro, uma degustação. SETA VERDE: um clique ali leva até a Kindle Store, a loja Kindle da Amazon.com.
Por motivos óbvios, a maior riqueza de livros está na língua inglesa. Vários outros idiomas chegaram à loja, inclusive a nossa querida língua portuguesa — de clássicos (como Machado de Assis) a obras modernas. O número cresce a cada dia, portanto, você pode se animar JÁ. Eu mesmo, autor publicado desde 2001 por editoras “tradicionais”, lancei meu primeiro livro em versão Kindle (Meu Filho, Minha Escolha — drama juvenil sobre adoção de filhos) e outros 3 já estão chegando — o próximo será um sobre SMARTPHONES PARA LEIGOS.
MEU FILHO, MINHA ESCOLHA em edição Kindle
Quer visitar a loja Kindle? Para começar, sugiro estas três seções:
Kindle :: Língua portuguesa e afins
Para ir direto à página da própria Amazon sobre o aparelho Kindle, clique na figura abaixo. É nessa página que você obtém informações sobre os modelos à venda… e faz a sua compra — com a qualidade Amazon.com, empresa que MUITO admiro. (Nada posso garantir sobre a empresa, mas eu a considero MUITO séria, responsável, respeitável, de alta credibilidade. Já escrevi sobre isso no aqui blog há alguns meses.)
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NOTA — Infelizmente, editoras (inclusive lá nos Estados Unidos) se concentraram em uma fortíssima pressão contra a Amazon e a Apple, exigindo aumento dos preços dos e-books. Isso é um tiro no pé. Não aprenderam a lição dada pela Apple com a sua App Store, que vende aplicativos para iPhone/iPod Touch a preços baixíssimos e, com isso, vende muito — portanto, muito mais lucro. Não podemos esquecer que, com os e-books, as editoras não têm custos com impressão nem distribuição (e, muitas vezes, ainda ousam pagar 10% ao autor!…). Por incrível que pareça, já detectamos alguns e-books MAIS CAROS que suas correspondentes edições em papel. Sinto pela sinceridade, pela clareza… mas isso é DESONESTIDADE de editora. Em casos assim, NÃO COMPRE o e-book! Não permita essa estratégia!
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Excelente artigo!
Na minha opinião a única coisa que falta para o Kindle é a possibilidade de ler arquivos ePub de domínio público.
[...] This post was mentioned on Twitter by Glauco and Glauco, Turismo Fantástico. Turismo Fantástico said: KINDLE: entenda os e-books Amazon.com e saiba q vc NÃO precisa comprar 1 aparelho p/ usufruir tudo isso! http://goo.gl/T3Qh [...]
Tudo o que eu queria saber mesmo! Obrigada! “:)
Eu pensava isso, nao pensava muito no aparelho, então um dia pensei que assim nao ia aproveitar o kindle, mas obrigada pelos esclarecimentos.
ILA – SP
Parabéns, pelo excelente post,que traz informações bem esclarecedoras sobre o Kindle.Infelizmente, alguns avanços esbarram na burocracia e nos altíssimos impostos.
abraço
Obrigado, Vladimir!
É uma honra ter comentário seu em meu blog. Admiro muito o SEU blog (e recomendo a visita a meus leitores).
A briga no mercado de e-books pegou fogo pra valer. A Amazon terá de se mexer o tempo todo para disputar com a Apple. Assim, não acho difícil imaginar ePub em Kindle (o aparelho Kindle) logo, logo…
Maina e Ila, obrigado pelas opiniões! E sejam bem-vindas ao Universo Kindle!
Obrigado, Albani.
A situação no Brasil quanto a impostos e a dificuldades de importação é assombrosa. E o pior: não vejo luz no fim do túnel… principalmente porque isso facilitaria acesso a CULTURA — algo que o governo não quer para o povo (não é nada conveniente…).
Isso aí me convenceu, gostei por não precisar do kindle mesmo vendido pela amazon.com porque eu bem que queria mas tá caro demais pra nós!!!!
Lages
O triste é ver editoras (sempre elas!…) pressionando por aumento de preços em livros eletrônicos! RIDÍCULO! Isso é um tiro no pé!!! Jás existem exemplos de uns livros mais caros em e-book que em papel!
Sinto muito… mas isso é desonestidade de editora!!!
Oi, amigo!
O povo desinformado é o que interessa aos gestores desse país. A leitura, liberta da Ignorância!
abraço
Albani
Claro, Albani: conhecimento traz questionamento… e isso o governo não quer nem pintado!
[...] não entende bem o Kindle? Não se preocupe: CLIQUE AQUI para ver o post especial publicado aqui no [...]
[...] — Para entender melhor o Kindle e saber onde você pode ler os e-books da Amazon.com, CLIQUE AQUI para acessar um post especial no [...]
[...] • Está em preparo uma superprodução americana para uma minissérie de TV sobre Pompéia. O projeto, antes nas mãos do cineasta Roman Polanski, deve ir para o diretor Ridley Scott (de Alien, Gladiador etc.). A produção será baseada em um famoso livro de Robert Harris. É o livro à direita, com link direto para compra na respeitável Amazon.com (disponível também em versão Kindle). [...]