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Albani disse em December 1st, 2008 em 2:21 AM

Oi Glauco!Você acredita!Que o termo cadeirante vim ouvi-lo a pouco tempo,isso, quando ingressei na escola pública, parecia que as pessoas estavam se referiando a um alienígena.Pensei na hora do que falam!daí uns instantes uma colegas antes que eu perguntasse, disse:vOcê não tem aluno cadeirante em sua sala!
Veja só, queremos ser corretos, agindo constantemente incorretamente.O Brasil precisa de Educação integral.E as substituições de nomencraturas, não sinaliza a política que se diz correta.
Adorei teu texto!
Um abraço
Albani

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Rodrigo Castelan Carlson disse em December 1st, 2008 em 11:28 AM

Também detesto esta manipulação de palavras e que vai muito além do politicamente correto. No meio empresarial (e acadêmico), por exemplo, é ridículo ver as pessoas discutindo se é “empregado”, “funcionário”, “colaborador”, e no final das contas não muda nada. O cara tem um contrato de trabalho, ganho um salário e alguns benefícios, e faz o que lhe mandam fazer…
p.s. tudo bem aqui na Grécia, dentro do possível.

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Leo Schabbach disse em December 2nd, 2008 em 12:55 AM

Primeiro, gostaria de agradecer pela visita ao meu blog. Resolvi passar por aqui e espero aquele post sobre o Pessoa de que você falou. Espero que você continue visitando o meu blog, pretendo colocar algumas coisas interessantes por lá (sobre mais um autor português, Gonçalo M. Tavares, em breve).

Quanto ao post, achei muito interessante. É importante estar sempre atento às palavras, pois elas nos revelam muitas coisas. E tenho de concordar que a questão do politicamente incorreto muitas vezes se torna supervalorizada pela mídia e pelas pessoas.

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Glauco disse em December 2nd, 2008 em 2:48 AM

[[ RESPOSTAS ]]

Albani, não falo “cadeirante” nem por decreto, nem que isso vire artigo no Código Penal, sujeitando a prisão.

Rodrigo, ao escrever o texto, o tempo todo eu sabia que faltava algo… Desisti depois de muito pensar. Aí veio seu comentário acertando na mosca: a distinção empregado/funcionário/colaborador. Acho essa preocupação uma bobagem.

Leo, gostei mesmo de sua iniciativa e estarei sempre lá. Logo publicarei aqui um texto sobre o mercado editorial e as poesias, por que os editores não investem nisso (com razão). E mostrarei minhas fotos no Mosteiro dos Jerónimos, inclusive ao lado dos túmulos de Camões e Fernando Pessoa.

GLAUCO

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Anonymous disse em December 2nd, 2008 em 2:53 AM

Puxa vida eu estou gostando desse seu blog, parabéns. Eu sempre vejo algumas coisa muito interessantes.

Leticia Goldberg. Curitiba

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Albani disse em December 2nd, 2008 em 11:46 PM

Glauco!Eu não uso o termo cadeirante, acho desumano.As pessoas falam tão em respeito, humanidade,mas criam termos que menosprezam.
Um abraço, amigo!
Albani

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Albani disse em December 2nd, 2008 em 11:58 PM

[CORREÇÃO]
As pessoas falam, tanto em respeito…
Desculpa.

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Lídia Valéria disse em December 7th, 2008 em 11:23 PM

Concordo com você, Glauco.
Post apropriado e interessante.

Enfeitam tanto, tornando ‘depreciativo’. Demagogia… e estão sobrando demagogos!

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David disse em December 10th, 2008 em 3:26 PM

GENIAL!!!

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Claudia disse em May 29th, 2010 em 3:54 PM

olá querido, sou “deficiente auditiva”, mas quando as pessoas me xingam dizem: OH SURDA! RSRSRS porém para quem tem a “defidiencia” alguns termos ficaram menos pejorativos acho…Tipo: “você ta cego?” utilizado no transito, ou outros termos que talvez “saturaram” na linguagem falada, e foram se transformando em termos preconceituos, acho que foi por isso que legalmente mudou… Digo linguagem falada, Já que a minha é em libras… Mas acho que não sou “deficiente” como sancionou a lei, pelo contrário, até então nas coisinhas que faço me acho bem EFICIENTE!!
abraços da Clau

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Claudia disse em May 29th, 2010 em 3:57 PM

opa !” alguns termos fica­ram MUITO pejo­ra­ti­vos acho” corrigindo
Desculpinha..

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Glauco disse em June 4th, 2010 em 11:35 PM

Oi, Cláudia!

Achei MUITO importante a sua participação aqui. Tenho o meu ponto de vista, os meus conceitos, mas não são ideias de quem vive um problema desses. Você nos transmitiu uma ideia mais precisa.

Interessante o que você apontou sobre “xingamentos” como os de trânsito. Palavras acabaram tomando uma carga mais pesada, um tom fortemente pejorativo. Realmente. No entanto, ainda tenho resistência em usar “deficiente”. Se eu me referisse a você como DEFICIENTE auditiva, teria a sensação de acusá-la de… sei lá, de “inútil” ou algo assim. O peso daquela palavra é terrível. Por isso, por mais estranho que pareça, prefiro pensar em “surda”. O deficiente (ah, olha aí!) tem uma determinada deficiência; ao usar essa palavra, parece que enxergo a pessoa como deficiente por completo, como se não fosse capaz de fazer outras coisas, de ter uma vida normal. Deve ser apenas exagero meu… De qualquer forma, é um respeito que tenho.

Espero ter a honra de outras visitas suas no TOTH. :-)

 

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